Ser feliz, afinal,não está nas nossas mãos.Está nos nossos genes!Depois de muitos anos a tentar perceber se somos mais influenciados pelo ambiente em que vivemos ou pelo código genético que herdámos, um grupo de cientistas norte-americanos parece ter descoberto a fórmula mais equilibrada:fifty-fifty!
Saber a quem devemos o nosso géniosinho, a capacidade de amar os outros,a tendência para engordar ou emagrecere, até,de onde vêm vícios como o café, os cigarros, os comprimidos para dormir e outras drogas. tem sido uma das batalhas científicas deste século.Os Americanos chama a esta pressão constante, a battle over nature and nurture,e nós podemos far dum interminável braço de ferro entre a natureza e o ambiente. Por incrível que pareça, neste despique ganha,quase sempre, a natureza:aquilo que herdámos dos nossos pais e dos pais dos nossos pais.
Se vingarem, as novas teorias dos eruditos da biologia molecular que passaram duas décadas enfiados em gabinetes forrados com documentos recolhidos nos laboratórios onde pesquisaram o DNA de milhares de humanos, fica estabelecido que a nossa personalidadeé, à nascença, muito mais que um esboço.Ao contrário daquilo em que quase todos acreditámos, em certos aspectos os nossos pais, avós, professores e amigos podem influenciar tanto o nosso carácter como influenciaram a cor do nosso cabelo.Pior: 80% da nossa felicidade, sabe-se agora, pode ser ditada pelos genes. Oitenta por cento,leram bem!
Mas há mais: 60 por cento daquilo a que os Americanos chamam assertiveness( e podemos traduzir pela nossa capacidade de afirmação) também já estáva definida antes do dia em que nascemos e conhecemos aqueles que, até agora, imaginávam poder vir a desenhar, com todo o cuidado, este e outros traços do nosso carácter.Dizem os especialistas citados pela revista Life que a sensibilidade para apreciar ( ou ser tocado por) uma obra de arte também está inscrita na nossa matriz genética.Não decorre, portanto,de se ter um pai ou uma mãe viciados que se esforçaram por nos levar a exposições e concertos assim que saímos do berço.
Posto isto ficamos todos sem chão.Cabe-nos, talvez, meditar sobre estas descobertas e construir um patamar mais seguro, adequando os comportamentos à chamada " predisposição genética " que nos condiciona desde a primeira hora do primeiro dia.
[sem título]
Há 9 anos
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